Quantia foi localizada em abordagem realizada no contexto de operação integrada na região de fronteira
Guajará-Mirim/RO. A Polícia Federal, em ação conjunta com a Polícia Militar de Rondônia, apreendeu R$ 60 mil em espécie e um aparelho telefônico durante fiscalização realizada no último sábado (3/1), na BR-364.

A abordagem ocorreu durante ação preventiva e ostensiva, quando policiais militares interceptaram um táxi que seguia em direção à região de fronteira de Brasiléia/AC. Durante a verificação, foi constatado que um dos ocupantes transportava expressivo valor em dinheiro oculto em suas vestes, sem apresentar comprovação lícita da origem ou da destinação dos recursos.
Diante da situação, o valor e o aparelho celular foram apreendidos para análise. A apuração prossegue com o objetivo de esclarecer a origem e o possível emprego ilícito do dinheiro.
A ação integra a Operação Madeira Mamoré, que reúne esforços da Polícia Federal, Polícia Militar de Rondônia, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional, voltada à repressão integrada de crimes transnacionais e transfronteiriços no noroeste do estado de Rondônia.
A Polícia Federal (PF) prendeu na manhã de hoje no Rio de Janeiro o desembargador federal Macário Júdice Neto, por suspeita de vazamento da operação que prendeu o deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias. O deputado estadual licenciado Rodrigo Bacellar (União Brasil), afastado da presidência da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) após ter sido preso no início do mês, foi alvo de buscas da PF, uma semana após ter deixado a prisão. Um assessor do parlamentar também foi alvo, segundo apurou a coluna.
A ação é a segunda fase da Operação Unha e Carne, a mesma que prendeu Bacellar no dia 3 de dezembro — ele foi liberado no dia 9, após o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes confirmar a decisão dos deputados estaduais fluminense pela soltura.

A investigação
O desembargador Júdice Neto era o relator da ação contra o deputado TH Joias, e a suspeita é que ele vazou a realização da operação contra o parlamentar. Segundo a PF, a nova operação investiga a atuação de agentes públicos no vazamento de informações sigilosas que culminou com a obstrução da investigação realizada no âmbito da Operação Zargun, deflagrada em setembro.
Além da prisão do magistrado, são cumpridos dez mandados de busca e apreensão, expedidos pelo STF, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. "A ação se insere no contexto da decisão do STF no âmbito do julgamento da ADPF 635/RJ (ADPF das Favelas) que, dentre outras providências, determinou que a Polícia Federal conduzisse investigações sobre a atuação dos principais grupos criminosos violentos em atividade no estado e suas conexões com agentes públicos", diz a PF.
A investigação sobre TH Joias mira a relação entre agentes públicos e a integrantes do crime organizado no Rio de Janeiro.
Operação Zargun
Deflagrada em setembro, a operação Zargun teve como principal alvo o deputado TH Joias. Ele foi preso por tráfico e associação ao Comando Vermelho, acusado de usar seu mandato para beneficiar a facção criminosa. De acordo com o Ministério Público, ele nomeou comparsas para cargos na Alerj e atuou diretamente como intermediário na compra e venda de drogas, armas de fogo e aparelhos antidrones que seriam usados pelo tráfico, além de ter realizado pagamentos a integrantes do CV.
A Operação Zargun também mirou outros funcionários públicos com atuação no Rio, incluindo um delegado, policiais militares e o ex-secretário estadual e municipal do Rio
Alessandro Pitombeira Carracena.
Nenhum dos itens possuía documentação fiscal que comprovasse sua procedência legal
A Polícia Federal (PF) realizou, na noite desta quarta-feira (10), a apreensão de vários dispositivos eletrônicos no Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza. O material estava na bagagem de uma passageira que havia desembarcado de um voo vindo de Foz do Iguaçu. Durante a inspeção, os agentes encontraram 11 aparelhos celulares, 5 fones de ouvido sem fio e 20 caixas vazias de smartphones.

Nenhum dos itens possuía documentação fiscal que comprovasse sua procedência legal. Diante da irregularidade, a mulher foi conduzida à Superintendência da Polícia Federal no Ceará, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis. Segundo a PF, a passageira poderá responder pelo crime de descaminho, que envolve a entrada ou circulação de mercadorias no território nacional sem o recolhimento dos impostos devidos.
A operação faz parte das ações permanentes de fiscalização realizadas pela PF em aeroportos de todo o país, voltadas para a identificação de produtos irregulares, prevenção ao contrabando e outras práticas ilícitas que afetam a economia e a segurança pública.
Fonte: PF apreende carga de eletrônicos sem nota no Aeroporto de Fortaleza - CN7
A Polícia Federal de Santa Catarina apreendeu 613 kg de cocaína em um bunker localizado no galpão de uma empresa de exportação de ligas metálicas em Blumenau. A operação, com o apoio da Polícia Militar e voltada à repressão ao tráfico internacional de drogas, ocorreu na terça-feira (2) e foi divulgada nesta quinta (4) pela polícia.

Dois homens foram presos, um em flagrante e outro por mandado judicial. A droga foi localizada no subsolo da empresa com a ajuda de cão farejador. Foi preciso usar maquinário para desobstruir a entrada do local.
Carros, embarcações, joias e documentos foram apreendidos na casa de um dos suspeitos de tráfico de drogas, na Lagoa da Conceição, em Florianópolis. Segundo a investigação, a empresa pode ter sido usada como fachada para um esquema de remessa de cocaína para a Europa. A suspeita é que a sede era utilizada para preparo e armazenamento da droga antes do transporte internacional.
Para a Polícia Federal, a empresa faz parte de uma estrutura criminosa com liderança de estrangeiros e apoio logístico de brasileiros. Entre os investigados há britânicos procurados internacionalmente, com histórico relacionado ao tráfico de drogas na Inglaterra.
Fonte: Polícia Federal encontra 613 kg de cocaína em bunker em SC - 05/12/2025 - Cotidiano - Folha
Mensagens eletrônicas foram direcionadas a universidades federais, incluindo uma instituição localizada em Barreiras, no oeste da Bahia.
Um homem suspeito de enviar mensagens eletrônicas com ameaças e apologia ao nazismo foi alvo de uma operação da Polícia Federal, em Belo Horizonte, nesta quinta-feira (4).

Segundo a PF, as mensagens foram direcionadas a universidades federais, incluindo uma instituição localizada em Barreiras, no oeste da Bahia.
Os e-mails foram enviados por contas criadas exclusivamente para essa finalidade, acessadas por meio de VPN (rede privada virtual), com o intuito de dificultar a identificação do suspeito.
Por meio de diligências e análise de registros de conexão à internet, os investigadores identificaram o principal suspeito.
Durante a Operação Valquíria, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte, expedidos pelo Juízo da Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Barreiras.
As investigações seguem para completa elucidação dos fatos e responsabilização do suspeito, que poderá ser condenado a penas superiores a doze anos de reclusão.
Fonte: Homem suspeito de enviar e-mails com ameaças é alvo de operação | G1
Além do Pará, mandados foram cumpridos em São Paulo e no Ceará. A Investigação aponta mais de 7 mil reativações irregulares realizadas pela organização.
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (2), a "Operação Túnel Virtual" para desarticular uma organização criminosa suspeita de fraudar a Previdência Social no Pará. As ordens judiciais foram expedidas pela 3ª Vara Federal Criminal de Belém.

Ao todo, 13 mandados de busca e apreensão e 7 de prisão preventiva estão sendo cumpridos no Pará, e também nos estados de São Paulo e Ceará.
Segundo as investigações, o grupo realizava reativações irregulares de benefícios por meio de acessos remotos aos sistemas do INSS, causando um prejuízo estimado em R$ 143 milhões.
De acordo com a PF, os criminosos instalavam dispositivos eletrônicos clandestinos dentro de agências do INSS para acessar a rede interna da instituição. Para conseguir as credenciais, o grupo utilizava programas maliciosos ou aliciava servidores, oferecendo pagamentos altos em troca de senhas institucionais.
As investigações já identificaram 7.017 reativações fraudulentas. A operação é realizada pela Polícia Federal em parceria com a Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP/MPS) e integra ações de combate a fraudes estruturadas que afetam diretamente os recursos da seguridade social.
Fonte: PF apura desvio de R$ 143 milhões do INSS no Pará e em dois estados | G1
A Polícia Federal apreendeu um jatinho e carros de luxo na operação Slim, que investiga uma rede nacional de venda clandestina de tirzepatida manipulada. A tirzepatida é o princípio ativo do Mounjaro, remédio contra diabetes utilizado para controle de sobrepeso e obesidade. A ação foi deflagrada nesta quinta-feira com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O jatinho, segundo apurou a coluna, foi apreendido pela PF e tem relação como a Unikka Pharma, principal alvo da operação. Também foram apreendidas uma Ferrari e uma Land Rover Defender.

Em seu site, a Unikka se apresenta como "uma empresa farmacêutica especializada em medicamentos injetáveis, fundada em 2022, com a missão de revolucionar o mercado nacional". A Unikka é a principal envolvida em uma rede "dedicada à produção, fracionamento e comercialização clandestina do princípio ativo tirzepatida", segundo a PF.
A operação Slim cumpre mandados de busca em cidades nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco.
São alvos clínicas, laboratórios, estabelecimentos comerciais e residências ligadas aos investigados, de acordo com a PF "A investigação identificou que o grupo mantinha estrutura de fabricação em condições incompatíveis com padrões sanitários, realizando envase, rotulagem e distribuição do produto de forma irregular. Foram encontrados indícios de produção em série em escala industrial, prática não permitida no âmbito da manipulação magistral autorizada pela legislação vigente", diz a PF em nota.
Segundo a investigação, o medicamento era comercializado em plataformas digitais, sem qualquer tipo de controle de qualidade. "Além disso, estratégias de marketing digital induziam o público a acreditar, de maneira equivocada, que a produção rotineira da tirzepatida seria permitida", diz a PF.
Fonte:
Além de 14 mandados de busca e apreensão no Brasil, na Holanda e no Paraguai, foram realizados três prisões preventivas, o bloqueio de valores em contas bancárias e o sequestro de imóveis e veículos, avaliados em torno de R$ 300 milhões
Porto Alegre/RS. A Polícia Federal deflagrou, nesta manhã de quarta-feira (26/11), a Operação Balcãs, com o objetivo de desarticular uma Organização Criminosa responsável por todo o ciclo logístico de remessa de cocaína, desde a sua origem nos países andinos até seu destino na Europa, por meio de portos brasileiros. A ação policial contou com a colaboração da Europol, SENAD/PY e National Police/HOL.

Durante a deflagração, ocorrida simultaneamente nos três países, foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão, além de efetuadas três prisões preventivas. Foram sequestrados ainda, em território nacional e paraguaio, 27 veículos e 43 imóveis, avaliados em aproximadamente R$ 300 milhões, de propriedade dos investigados e de empresas envolvidas nos crimes, além de determinado o bloqueio judicial de valores e ativos em instituições financeiras.
As investigações, realizadas em conjunto com o GAECO Nacional/ MPF, representam a terceira fase da Operação Hinterland, deflagrada em 2023, e teve como enfoque os compradores das drogas remetidas pela ORCRIM por intermédio de portos brasileiros, em especial decorrentes do aprofundamento dos fatos relacionados à apreensão de três toneladas de cocaína realizada na cidade de Pelotas, a maior da história do Rio Grande do Sul.
Nesta nova fase, foi identificado que o comprador da droga era um integrante de uma das máfias mais atuantes na região dos Balcãs, além de ter sido constatado que os investigados atuaram no envio de, aproximadamente, 12 toneladas de droga à Europa.
Constatou-se que o traficante europeu possuía relação permanente com célula do grupo criminoso estabelecida no Paraguai, que detinha controle de todo o fluxo logístico, desde a aquisição do entorpecente produzido em países andinos até a efetiva destinação em portos situados nos países europeus em que Organização possuía capacidade de ação.
Localização das medidas:
Campo Grande/MS
1 MBA (Mandado de Busca e Apreensão)
Dourados/MS
5 MBA
1 MPP
Ponta Porã/MS
6 MBA
Porto Velho/RO
1MPP
Amsterdam/HL
1 MBA
Yby Yau/PY
1 MBA
Prisões no Exterior
1 Prisão no Paraguai
4 DV (Difusões Vermelhas)
Fonte: PF deflagra operação de combate ao tráfico internacional de drogas — Polícia Federal
Operação Cripto investiga movimentação de mais de R$ 330 milhões; mandados são cumpridos em Guaíra/PR
Guaíra/PR. A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (25/11), a Operação Cripto para desarticular um grupo criminoso voltado à lavagem de capitais, tráfico de drogas e de armas na região de fronteira.

Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão no município de Guaíra/PR.
A investigação, baseada em análises financeiras e patrimoniais, revelou que o grupo movimentou mais de R$ 330 milhões. Para ocultar a origem ilícita dos valores, os suspeitos utilizavam empresas de fachada, negócios imobiliários simulados e criptoativos.
A ação busca descapitalizar a organização criminosa por meio do sequestro e bloqueio de bens. Os investigados poderão responder pelos crimes de lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, tráfico de armas e organização criminosa.
Fonte: PF deflagra operação contra lavagem de dinheiro e tráfico na fronteira — Polícia Federal
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