Ação desta quinta-feira (4) é um desdobramento da Operação Colossus, realizada em janeiro de 2024, quando foi preso o líder de uma rede criminosa que movimentou mais de R$ 50 bilhões em criptoativos.
A Polícia Federal realiza, na manhã desta quinta-feira (4), a Operação Sibila, que tem como alvo uma organização criminosa especializada em lavagem de dinheiro e evasão de divisas por meio de criptomoedas.

De acordo com a corporação, estão sendo cumpridos em São Paulo cinco mandados de prisão temporária e 10 de busca e apreensão, além de ordens de sequestro de valores e bloqueio de bens determinadas pela Justiça Federal.
Até às 08h, pelo menos três pessoas já tinham sido presas. Um dos mandados de prisão o alvo já estava detido e o quinto elemento, segundo os federais, está em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
A operação também já apreendeu até o momento mais de R$ 700 mil em espécie, sob poder dos criminosos, além de uma Land Rover e uma BMW blindadas, chaves de acesso a carteiras de criptoativos, além de celulares e elementos de interesse da investigação.
Segundo a PF, os três presos e os donos do dinheiro apreendido são operadores financeiros do mercado ilícito de lavagem de dinheiro por meio das criptomoedas.
A ação é um desdobramento da Operação Colossus, deflagrada em janeiro de 2024, quando foi preso o líder de uma rede criminosa responsável por movimentar mais de R$ 50 bilhões em criptoativos entre dezembro de 2020 e janeiro de 2024.
Segundo as investigações, o grupo utilizava empresas de fachada e laranjas para ocultar a origem dos valores ilícitos e realizar operações de evasão de divisas.
Fonte: PF prende 3 pessoas em operação contra lavagem de dinheiro e evasão de divisas
Operação "Lauandi" investiga uma organização criminosa especializada em fraudes cibernéticas, falsificação de documentos, estelionato e lavagem de dinheiro. Equipes cumprem mandados em Sorocaba (SP) e em outras cidades do estado.

A Polícia Federal (PF) cumpre mandados de busca e apreensão durante uma operação contra fraudes cibernéticas e lavagem de dinheiro, deflagrada nesta terça-feira (2), no interior de São Paulo.
Ao todo, são mais de 17 mandados sendo cumpridos nas cidades de Sorocaba (SP), Votorantim (SP), Ibiúna (SP), Paulínia (SP), Marília (SP), Peruíbe (SP) e Imperatriz (MA). Foram apreendidos diversos dispositivos eletrônicos, como celulares, documentos, veículos, dinheiro, cartões bancários entre outros materiais utilizados na falsificação de documentos.
Também foram cumpridas ordens judiciais de sequestro de bens móveis e imóveis, bloqueio de contas bancárias e custódia de criptoativos.
A Operação "Lauandi" investiga uma organização criminosa especializada em fraudes cibernéticas, falsificação de documentos, estelionato e lavagem de dinheiro.
Segundo as investigações, o grupo conseguiu grandes quantidades de dinheiro a partir de fraudes contra o Estado e empresas, além da comercialização de dados pessoais. Os valores eram direcionados para contas movimentadas por meio de empresas falsas, com o apoio de um contador.
Os investigados vão responder pelos crimes de falsificação de documentos, estelionato, organização criminosa e lavagem de dinheiro, cujas penas somadas podem ultrapassar 20 anos de prisão, segundo a PF.
Início das investigações
A Polícia Federal começou a investigar as fraudes da organização em agosto de 2020, a partir de uma informação encaminhada pela Caixa Econômica, que continha dados sobre 91 benefícios de Auxílio Emergencial fraudados, no valor de R$ 54.600, valor que teria sido desviado para duas contas bancárias de pessoa física e de pessoa jurídica, em Indaiatuba (SP). A partir disso, a Delegacia de Polícia Federal de Campinas (SP) identificou milhares de outras fraudes.
Parte dos envolvidos no esquema também estavam localizados nos estados de Goiás e Rondônia. Eles recebiam valores de aproximadamente 360 contas do Auxílio Emergencial, que eram fraudadas por meio de pagamento de boletos e transferências bancárias.
A operação desta terça-feira foi realizada a após a Operação "Apateones", de março de 2023, conduzida pela Polícia Federal de Campinas. Na época, um homem suspeito de comandar a organização criminosa e a sua esposa foram presos em flagrante por organização criminosa e posse ilegal de arma de fogo.
Texto de votos de quatro integrantes do tribunal são encontrados; magistrado diz que pediu apuração

A Polícia Federal encontrou novas minutas de votos de ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça) em análises de aparelhos apreendidos nas investigações que apuram suspeitas de um esquema de venda de decisões judiciais na corte. As análises foram feitas por integrantes da PF em aparelhos do lobista Andreson de Oliveira Gonçalves e do advogado Roberto Zampieri, assassinado no fim de 2023. As mensagens trocadas entre os dois foram o estopim para a operação Sisamnes, que investiga tanto o STJ como tribunais estaduais.
Ao menos 15 novos documentos com essas análises foram juntados às investigações, que irão embasar um relatório parcial sobre os inquéritos. Esse relatório será enviado ao ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), que supervisiona as apurações.
Nos documentos dos analistas, são citadas minutas dos gabinetes dos ministros Antônio Carlos Ferreira, João Otávio de Noronha, Marco Buzzi e Ricardo Villas Bôas Cueva.
A informação sobre as novas minutas foi divulgada inicialmente pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pela Folha. As investigações não envolvem diretamente os ministros até o momento, apenas os seus gabinetes e assessorias.
No caso das novas minutas, a PF apenas fez uma análise dos materiais nos aparelhos apreendidos e entendeu haver necessidade de maior apuração sobre elas. Procurados, Buzzi, Cueva e Noronha ainda não se manifestaram. Ferreira disse que solicitou desde o ano passado, quando houve a primeira menção ao seu gabinete em um relatório do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), que a presidência do STJ abrisse uma apuração sobre o vazamento da minuta. A defesa de Andreson disse que só se manifesta nos autos.
Fonte: PF acha minutas de 4 ministros do STJ em investigação - 01/09/2025 - Poder - Folha
Prisões aconteceram em Araguaína e Wanderlândia. Esta é a segunda fase da operação que investiga uma organização criminosa que estaria envolvida com tráfico de drogas e comércio ilegal de arma de fogo.

Operação Cerberus
A primeira fase da operação foi deflagrada no dia 4 de junho de 2025. Na data, foi investigada uma organização criminosa que estaria envolvida com tráfico de drogas, crimes contra instituições financeiras e comércio ilegal de arma de fogo.
Segundo a Polícia Federal, investigações apontaram que alguns suspeitos de envolvimento na organização criminosa residiam em Araguaína. Eles seriam responsáveis pelo planejamento e execução de crimes contra instituições financeiras e lavagem de dinheiro.
Na época, foram cumpridos 31 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Araguaína. Os policiais encontraram 13 armas de fogo e mais de 15 quilos de maconha e cocaína. As ações foram realizadas nas cidades de Araguaína, Wanderlândia, Altamira (PA) e Imperatriz (MA).
Investigações apontaram que um estabelecimento de venda de armas de fogo estaria fornecendo ilegalmente armamentos a pessoas com antecedentes criminais, ligadas ao tráfico de drogas. As atividades do estabelecimento comercial estão suspensas por ordem judicial.
Fonte: Grupo criminoso é alvo da PF; quatro pessoas foram presas por tráfico
Mandados de busca e bloqueio de ativos miram estrutura logística e financeira de envolvidos no esquema

Dourados/MS. A Polícia Federal, em conjunto com a Receita Federal, deflagrou nesta quinta-feira (28/8) a operação Manifesto, destinada a desarticular grupo especializado no contrabando e descaminho de produtos de origem paraguaia.
A investigação começou em julho de 2023, após prisão em flagrante que resultou na apreensão de mercadorias irregulares em caminhão tombado na BR-267, em Nova Alvorada do Sul/MS. As apurações indicaram que transportadoras eram usadas para disfarçar cargas ilegais, com destino a Campo Grande/MS e a municípios do interior paulista.
Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão – oito em Mato Grosso do Sul e um em São Paulo – além do bloqueio judicial de ativos financeiros vinculados a nove investigados. Participaram da ação 36 policiais federais, seis auditores-fiscais e cinco analistas da Receita Federal.
Cinco agentes públicos são indiciados por organização criminosa, corrupção eleitoral e atentado contra o Estado Democrático de Direito

Manaus/AM. A Polícia Federal concluiu, na manhã desta quarta-feira, 27/8, o inquérito instaurado após a deflagração da Operação Tupinambarana Liberta. Cinco agentes públicos foram formalmente indiciados e deverão responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção eleitoral e abolição do Estado Democrático de Direito.
A investigação apontou que o grupo criminoso teria utilizado parte da estrutura do governo estadual, inclusive com apoio de membros da força policial, para favorecer uma chapa que concorria à Prefeitura de Parintins/AM. As práticas identificadas envolvem compra de votos e ações voltadas a impedir o livre exercício do direito ao voto.
O inquérito já foi encaminhado ao Ministério Público Eleitoral, que analisará os elementos apresentados e decidirá pelas medidas judiciais cabíveis. A pena somada dos crimes investigados pode chegar a 20 anos de reclusão, considerando as qualificadoras previstas em lei.
Sobre a Operação
A apuração teve início a partir de uma notícia de fato apresentada pelo Ministério Público Eleitoral de Parintins em 16/9/2024. Durante as diligências, surgiram indícios de que líderes comunitários ligados a uma facção criminosa nacional estariam ameaçando eleitores e impedindo a circulação de candidatos em determinadas áreas da cidade.
Além disso, os investigadores encontraram sinais de omissão deliberada por parte de agentes públicos para beneficiar a candidatura favorecida, bem como provas de que o grupo monitorava adversários políticos e até mesmo os deslocamentos de equipes da Polícia Federal, numa tentativa de obstruir a atuação da corporação.
A operação foi deflagrada no dia 3/10/2024 e contou com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar do Amazonas, que acompanhou a execução das ordens judiciais contra os policiais militares envolvidos.
Link referente a deflagração da Operação Tupinambarana Liberta
https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2024/10/pf-deflagra-operacao-contra-corrupcao-eleitoral-atos-antidemocraticos-e-associacao-criminosa-em-parintins
Fonte: PF conclui a investigação relacionada à Operação Tupinambarana Liberta — Polícia Federal
Ação mira produção ilegal de cigarros e a participação de servidores públicos e um profissional liberal na obtenção de benefícios ilícitos

Uberaba/MG. Nesta terça-feira (26/8), a Polícia Federal, em conjunto com as Receitas Federal e Estadual de Minas Gerais, cumpriu 18 mandados de busca e apreensão e 2 mandados de prisão preventiva em quatro estados: Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.
A Operação Sinal de Fumaça II é um desdobramento das investigações iniciadas em outubro de 2024, durante a primeira fase da operação Sinal de Fumaça. Nesta etapa, foi comprovada a atuação não apenas na produção ilegal de cigarros, mas também a participação de servidores públicos e um profissional liberal na obtenção de benefícios ilícitos.
As investigações indicam que os servidores públicos recebiam vantagens indevidas para facilitar as atividades criminosas.
Fonte: PF deflagra Operação Sinal de Fumaça II em quatro estados — Polícia Federal
Foram presos dois homens responsáveis pela fabricação de fuzis em Santa Bárbara D'Oeste/SP

Campinas/SP. A Polícia Federal, em ação conjunta com a Polícia Militar do Estado de São Paulo, no final da noite desta quarta-feira (20/8), prendeu dois homens responsáveis pela fabricação de fuzis em Santa Bárbara D’Oeste, para organizações criminosas.
A investigação teve início a partir de informações recebidas pela Polícia Federal, há dez dias, sobre a fabricação ilegal de armas de fogo, utilizando equipamentos industriais de alta precisão.
Durante as diligências, os policiais notaram uma movimentação atípica na fábrica que, supostamente, funcionava como unidade de produção de peças aeronáuticas.
Por conta disso, passaram a acompanhar os investigados que, na noite de ontem, se deslocaram da fábrica até um imóvel residencial na cidade de Americana/SP, onde foram vistos descarregando caixas.
Abordados por policiais militares, constatou-se que essas caixas continham peças de fuzis. No imóvel ainda foram encontradas fuzis, munições e outras peças de armas de fogo.
Os homens foram autuados em flagrante pela posse e comércio ilegal de arma de fogo. Os presos foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Campinas, unidade responsável pela investigação, onde ainda ocorrem procedimentos de polícia judiciária, e permanecerão à disposição da Justiça.
Fonte: PF e Polícia Militar encontram fábrica clandestina de armas de fogo — Polícia Federal
A investigação aponta prejuízo superior a R$ 110 milhões ao sistema financeiro nacional

Niterói/RJ. Nesta quinta-feira, 21/8, a Polícia Federal, com apoio da Caixa Econômica Federal (CEF), deflagrou a 2ª Fase da Operação Oasis 14, com o objetivo de desarticular organização criminosa especializada em fraudes contra o sistema financeiro nacional e a programas sociais.
Policiais federais cumprem 26 mandados de prisão e 28 mandados de busca e apreensão em endereços localizados em oito cidades do estado do Rio de Janeiro e em São Paulo, na capital.
A investigação, que teve início em maio de 2024, revelou um esquema envolvendo mais de 330 empresas de fachada sob a gestão da ORCRIM, 6 funcionários públicos da CEF e 4 funcionários de instituições bancárias privadas diretamente envolvidos, uso de documentos falsos e indivíduos de baixa renda utilizados como “laranjas”, além do uso de “fantasmas” como sócios de empresas.
O esquema criminoso incluía simulação de movimentações financeiras, uso de imóveis reais como fachada para empresas fictícias, além da abertura de contas e concessão de empréstimos com auxílio dos bancários integrantes da ORCRIM.
A atuação conjunta com a CAIXA permitiu o cruzamento de dados e a identificação de cerca de 200 operações de crédito fraudulentas, que totalizaram pelo menos R$ 33 milhões de prejuízo documentado, somente em detrimento da Caixa Econômica Federal. Estima-se um prejuízo total de R$ 110 milhões ao sistema financeiro nacional.
A investigação contou com o apoio da Corregedoria e da Centralizadora Nacional de Segurança e Prevenção à Fraude da Caixa Econômica Federal.
Fonte: PF deflagra operação para combater fraudes bancárias e a programas sociais — Polícia Federal
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