A finalidade, segundo as investigações, era capturar as credenciais de acesso de servidores do INSS para realizar empréstimos fraudulentos.
A Polícia Federal investiga a instalação clandestina de um dispositivo eletrônico em computador da agência da Previdência Social no município de Novo Oriente, no interior do Ceará.

A finalidade, segundo as investigações, era capturar as credenciais de acesso de servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para realizar empréstimos fraudulentos.
Nesta quarta-feira (20), a PF deflagrou a quarta fase da Operação Oriente 327 para apurar os crimes na cidade cearense.
Um mandado de busca e apreensão foi cumprido no estado de São Paulo para coleta de provas, segundo a Polícia.
De acordo com o órgão, caso se comprove o crime, os investigados responderão pelos crimes de invasão de dispositivo informático e de estelionato qualificado.
Fonte: PF investiga tentativa de invasão ao sistema do INSS no Ceará | G1
A Polícia Federal realiza busca em endereços de gestores do fundo de previdência de servidores de Cajamar (SP) por suspeita em aportes milionários no banco Master.
Estão sob investigação aportes de R$ 87 milhões no banco de Daniel Vorcaro realizados entre agosto de 2023 a março de 2024. À época, a cidade era governada por Danilo Joan, atual vice-presidente estadual do PP e aliado do senador Ciro Nogueira (PI) — que foi alvo de operação da PF na semana passada por suspeita de receber propina de Vorcaro.
Joan não é alvo da operação, batizada de Off Balance. A participação do ex-prefeito nos aportes ainda será aprofundada pela PF. Além dos R$ 87 milhões investidos no Master, a PF apura outros R$ 20 milhões aportados no banco Daycoval.
Outro lado
A coluna tenta contato com a prefeitura de Cajamar, e o texto será atualizado quando houver manifestação. Já o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), publicou ontem um vídeo em que nega envolvimento no caso Master. "Nunca recebi nenhum valor ilícito ou cometi qualquer irregularidade que seja, nesse caso ou em qualquer outro", disse.
Buscas no estado de SP
Ao todo, são cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Cajamar, Boituva e na capital paulista. Os mandados foram expedidos pela
9ª Vara Criminal Federal de São Paulo.
A PF investiga a prática de gestão temerária de recursos previdenciários públicos, mediante direcionamento de investimentos de alto risco em Letras Financeiras dos bancos Master e Daycoval. A apuração até o momento indica que a compra de letras financeiras dos bancos foi realizada sem análise técnica adequada, com falhas de governança, ausência de estudos de risco e possível favorecimento ao Master.
Fonte: PF mira gestão de aliado de Ciro Nogueira por aporte no Master
Deputado é alvo de operação da PF sobre fraudes em castração animal no RJ
A Polícia Federal deflagrou hoje uma operação que investiga suspeitas de fraude milionária em licitações e contratos de castração de animais ligados à Seapa (Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Rio de Janeiro).

O que aconteceu
O deputado federal Marcelo Queiroz (PSDB-RJ) é um dos alvos da operação, apurou o UOL. Ele é ex-secretário de Agricultura do estado, pasta pela qual os contratos investigados foram firmados. Contratos sob suspeita somam R$ 200 milhões e têm como objeto serviços de castração e esterilização de animais. A operação, batizada de Castratio, mira a atuação de um grupo suspeito de operar no âmbito da secretaria.
Os mandados são executados no estado do Rio e de São Paulo. No Rio, os agentes cumprem as ordens judiciais em Itaocara, Macaé, Niterói e na capital fluminense. Em São Paulo, nas cidades de São Roque e Mairinque.
Investigação apura irregularidades em contratos firmados entre o governo do estado e uma empresa privada. A PF diz que identificou indícios de direcionamento, superfaturamento e fraude à licitação, além de outros possíveis crimes.
Além de organização criminosa, os investigados podem responder por frustração do caráter competitivo da licitação e lavagem de dinheiro. A PF afirma que outras suspeitas podem surgir ao longo do inquérito.
Fonte: PF mira fraudes em licitações de castração animal no RJ; deputado é alvo
Foco da operação deflagrada na semana passada pela Polícia Federal (PF), a influência do ex-banqueiro Daniel Vorcaro no Congresso tinha como pano de fundo, de acordo com as investigações, o interesse em projetos que poderiam impactar seus negócios. A apuração identificou que a agenda legislativa do fundador do Banco Master incluía uma proposta que regulamentou o mercado de carbono no Brasil, área em que Vorcaro possuía investimentos, e outra que tratava sobre transição energética.

Ao autorizar buscas em endereços do senador Ciro Nogueira (PP-PI), o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), também cita uma emenda apresentada pelo parlamentar para ampliar a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) a investidores. A medida, que não chegou a ser aprovada, beneficiaria o Master, que tinha a garantia do fundo como uma das principais estratégias de negócio para alavancar investimentos em seus Certificados de Depósitos Bancários (CDBs). Em sua decisão, porém, Mendonça faz a ressalva de que “não teria sido um episódio isolado”, ao mencionar essas outras duas propostas.
A suspeita dos investigadores é que Vorcaro também tenha atuado para modificar os projetos enquanto ainda eram discutidos no Congresso. A PF aponta que, em novembro de 2023, o ex-dono do Master ordenou a retirada, na casa de Nogueira, de envelopes com minutas de projetos de lei para que fossem revisados e, posteriormente, devolvidos a um servidor vinculado ao parlamentar. O senador do PP, contudo, não chegou a apresentar emendas nesses projetos. Procurado, ele também negou ter feito qualquer pedido em relação aos textos. A defesa de Daniel Vorcaro, disse que não iria comentar.
Emenda
No caso do projeto sobre mercado de carbono, as suspeitas de autoridades recaem sobre uma emenda apresentada pelo atual presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), em dezembro de 2023, quando ainda não havia assumido o cargo. O deputado é próximo de Nogueira, que trabalhou para que o aliado fosse escolhido como sucessor de Arthur Lira (PP-AL) no comando da Casa.
Motta nega ter tratado do assunto com Nogueira. Ele diz que a emenda apresentada foi “resultado de um acordo partidário” e destacou que “o ato de legislar não é crime”. “A emenda apresentada garante que parte do faturamento do setor de seguros seja voltada para a compra de crédito de carbono como forma de assegurar a aplicação de recursos na sustentabilidade ambiental, principalmente quando se trata de atividades poluidoras. Ao aprovar a emenda, o Legislativo considerou que ela cumpre os critérios constitucionais”, diz, em nota.
O mercado de carbono é um instrumento usado por empresas para compensar suas emissões de gases de efeito estufa. Elas podem comprar títulos lastreados em projetos que reduzem emissões ou capturam carbono da atmosfera, os chamados créditos de carbono. O mecanismo é considerado essencial para estimular medidas de combate ao aquecimento global.
A emenda apresentada por Motta, e que foi incorporada à versão final da lei, obriga entidades de previdência privada, sociedades de capitalização e resseguradoras a investir um percentual mínimo de suas reservas em créditos de carbono ou em fundos ligados a esses ativos. Na prática, a medida criou um mercado cativo, beneficiando empresas que atuam no setor.
Uma dessas empresas é a Golden Green Participações, criada para operar no mercado de carbono, e que, segundo a PF, tinha conexões com a teia de fundos do Banco Master. A Golden Green recebia recursos do fundo Jade, abastecido com aportes que tinham o banco de Vorcaro como origem. A movimentação de recursos por fundos é vista por investigadores como uma forma de dificultar a identificação dos cotistas dos fundos.
Além da Golden Green, outra empresa que atua no setor, a Global Carbon, possuía investimentos de fundos ligados à rede de Vorcaro. Esses fundos eram administrados pela Reag, que teve sua liquidação determinada pelo Banco Central por suspeita de fraude financeira.
Após a sanção da lei, a emenda apresentada por Motta foi questionada judicialmente pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg). Em ação no STF, a entidade pede a suspensão imediata do dispositivo e prevê que a obrigação imposta a empresas do setor injetará até R$ 9 bilhões ao ano, valor maior do que o mercado de carbono conseguiria absorver.
Shigueo Watanabe Jr., pesquisador do Climainfo, diz que a emenda, tal qual foi redigida, faz com que as seguradoras, que “não têm nada que ver com mercado de carbono, porque não têm emissão para reduzir”, terão de reservar esses valores, já que cria um mercado cativo.
“Não existe nada mais capitalista do que ter mercado cativo, é o sonho dourado de toda empresa. Todo mercado de carbono funciona para que as indústrias possam ir calibrando que horas elas vão mudar de patamar e parar de queimar combustíveis fósseis e não ter mais que comprar crédito de carbono. Do jeito que está, as seguradoras nunca vão conseguir se livrar disso”, disse ele. (Com informações do portal O Globo)
Na fase anterior, investigações apontaram possível envolvimento de parlamentares no financiamento ilícito de campanhas eleitorais por parte de facções criminosas
A operação, comandada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Ceará (FICCO/CE), ocorre de forma simultânea em municípios do estado e também em Belo Horizonte (MG). Os mandados foram expedidos pela expedidos pela 93ª Zona Eleitoral, e ao menos 108 policiais federais e civis foram mobilizados em 27 equipes operacionais.
Segundo a PF, o objetiva desta fase da operação é a "desarticulação financeira da organização criminosa, com ênfase na apuração de crimes de lavagem de capitais e de delitos correlatos". O fluxo bancário de meio bilhão de reais, conforme a polícia, indica "possível utilização de mecanismos para ocultação e para dissimulação de recursos ilícitos".

Fase anterior
No dia 12 de março, na operação intitulada como "Traditori", foram presos os seguintes vereadores:
Ainda em março, todos eles tiveram a prisão domiciliar concedida. Eles cumprem medidas cautelares como o uso de tornelezeira eletrônica e foram afastados dos respectivos cargos e mandatos.
A FICCO/CE é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil do Ceará, pela Polícia Militar do Ceará, pela Perícia Forense do Ceará, pela Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização, pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Ceará e pela Secretaria Nacional de Políticas Penais.
Segundo a Polícia Federal, vereadores e agentes públicos investigados tiveram as campanhas de 2024 financiadas por uma facção criminosa e, em troca, concediam benefícios políticos e institucionais ao grupo. Ao todo, a Traditori cumpriu 16 mandados de prisão preventiva — cinco contra vereadores — e 30 de busca e apreensão, na Câmara Municipal e em endereços ligados aos investigados. As ordens foram expedidas pela 93ª Zona Eleitoral de Fortaleza.
"A investigação, iniciada após o compartilhamento legal de dados fornecidos pela Delegacia de Polícia Civil de Morada Nova e pela DPI Sul, revelou a existência de um esquema criminoso vinculado a uma facção responsável pela movimentação e pela ocultação de recursos de origem ilícita, posteriormente utilizados para financiar campanhas eleitorais nas eleições municipais de 2024, evidenciando a infiltração do crime organizado na esfera pública", informou a PF àquela altura.
Mais de meia tonelada de cocaína foi apreendida em Martinópolis, no interior de São Paulo. Pacotes também tinham imagens da Rolls Royce
A Polícia Federal (PF) apreendeu, no sábado, (3/5), mais de meia tonelada de cocaína no município de Martinópolis, no interior de São Paulo. Mas um detalhe inusitado chama a atenção: os pacotes do entorpecente continham imagens do conhecido personagem Goku, do mangá Dragon Ball.

Além de Goku, alguns dos pacotes — que somavam 532 kg de cocaína — também possuíam imagens da fabricante britânica de carros de luxo Rolls Royce.
A ação ocorreu após uma denúncia de que uma aeronave vinda da Bolívia pousaria em uma pista destinada à aviação agrícola na região, com grande quantidade de drogas.
Os policiais federais se posicionaram em pontos estratégicos e visualizaram uma aeronave por volta das 12h do sábado pousando no local indicado. Em seguida, os agentes abordaram uma picape que se encontrava nas proximidades, na qual a carga de droga foi localizada e apreendida.
O motorista do veículo foi preso em flagrante. Ainda segundo a PF, o piloto da aeronave conseguiu fugir e, até o momento, não foi localizado. As buscas continuam com o objetivo de identificá-lo e efetuar sua prisão.
A Polícia Federal também informou que segue com as investigações para apurar a origem e o destino da droga, bem como identificar outros envolvidos na ação criminosa.
Fonte: Cocaína do Goku: PF apreende 532 kg de drogas com imagem do personagem
Policiais, fiscais e procuradores saíram para cumprir 45 mandados de busca e apreensão contra importadores, despachantes e servidores públicos, investigados por contrabando e descaminho.
A Polícia Federal (PF), a Receita Federal e o Ministério Público Federal (MPF) iniciaram nesta terça-feira (28) a Operação Mare Liberum, contra um esquema de propinas no Porto do Rio de Janeiro. Estima-se um prejuízo de meio bilhão de reais aos cofres públicos com a liberação irregular de contêineres.

Equipes saíram para cumprir 45 mandados de busca e apreensão contra importadores, despachantes e servidores públicos. Policiais federais, fiscais e procuradores foram para endereços na capital e nas cidades de Niterói, Nilópolis, Nova Friburgo e Vitória (ES). Entre eles estão as alfândegas do Porto do Rio e do Galeão e a Superintendência da Receita no RJ.
A Justiça ainda determinou o afastamento dos cargos de 17 auditores fiscais e 8 analistas tributários, além do sequestro de até R$ 102 milhões em bens dos envolvidos. Nove despachantes foram proibidos de exercer atividades no Porto do Rio.
Contrabando e descaminho
A investigação, que contou com a Corregedoria da Receita Federal e com o Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPF, começou com uma denúncia sobre um esquema entre servidores da Alfândega do Porto, importadores e despachantes para a facilitação de contrabando e descaminho, mediante oferecimento de vantagem econômica.
As apurações indicaram o desembaraço de contêineres sem a devida fiscalização. Muitas vezes, as mercadorias liberadas não batiam com as declarações de importação emitidas pelas empresas, ocasionando a supressão de tributos e prejuízo ao Erário.
Os investigados poderão responder pelos crimes de estelionato majorado, associação criminosa, falsidade ideológica, corrupção ativa e passiva, descaminho, contrabando, facilitação de contrabando ou descaminho, sonegação fiscal, crimes contra a ordem tributária, crimes funcionais contra a ordem tributária e lavagem de dinheiro.
Fonte: Operação Mare Liberum: PF mira propina no Porto do Rio de Janeiro | G1
Relatório de inteligência financeira indica que restaurante movimentou mais de R$ 30 milhões e recebeu valores de 152 pessoas com histórico criminal; defesa do cantor diz que restaurante foi presente dele à avó e que "movimentação condiz com o tamanho do empreendimento".
A Polícia Federal (PF) identificou uma movimentação financeira superior a R$ 30 milhões, entre débitos e créditos, em um restaurante ligado ao cantor MC Ryan SP e apontou indícios do uso de um familiar como possível “laranja” na administração do negócio.
De acordo com relatório de inteligência finaneira obtido pela TV Globo, o montante registrado entre abril de 2024 e outubro de 2025 é "flagrantemente incompatível" com o porte e a atividade econômica do Bololô Restaurant & Bar.
A PF sustenta qu
e o local funcionaria como um "veículo de integração" e possível "posto de arrecadação bancarizado" para a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
A PF aponta ainda que ele teria utilizado uma manobra de blindagem patrimonial para afastar seu nome de negócios sob suspeita. Logo após ser alvo de buscas e apreensões da Polícia Civil por supostos vínculos com o PCC e esquemas de rifas ilegais, o artista saiu formalmente da sociedade do restaurante. Em seu lugar, entrou sua avó materna.
Para a Polícia Federal, a substituição teria sido uma tentativa de "ocultar o beneficiário final" e "desvincular a imagem do artista" de transações suspeitas, mantendo o controle financeiro dentro do núcleo familiar.
A avó, que declara uma renda de R$ 25 mil, teve movimentações milionárias em sua conta pessoal, e funcionaria, segundo a investigação, como um "entreposto de liquidez" para o esquema.
O monitoramento bancário identificou ainda que o restaurante recebeu recursos de 152 contrapartes com histórico criminal ligado ao tráfico de drogas e organizações criminosas. Foram detectados pagamentos atípicos, entre R$ 2 mil e R$ 10 mil, valores considerados incompatíveis com o consumo de refeições.
A hipótese dos investigadores é que o restaurante servia para o recolhimento da "cebola" — como é chamada a mensalidade paga por membros de facções criminosas à organização. O dinheiro sujo seria misturado ao faturamento legítimo do comércio para conferir aparência de legalidade aos recursos.
A investigação, deflagrada na quarta-feira (15), investiga um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas estimado em R$ 1,6 bilhão (leia mais abaixo). MC Ryan SP foi um dos 33 presos na operação. Ele foi detido em uma festa na Riviera de São Lourenço, em Bertioga, no litoral paulista, e teve a prisão mantida pela Justiça após audiência de custódia realizada na quinta (16).
Em nota, o advgado de MC Ryan SP, Felipe Cassimiro, informou que "o Bololô Restaurant não pertence ao Ryan, se tratou de um presente dele para a avó. Quanto às movimentações, hoje o Bololô é visto como um dos principais restaurantes de São Paulo, altamente frequentado, sobretudo por muitos famosos. A movimentação condiz com o tamanho do empreendimento".
O esquema
A Polícia Federal revelou que o esquema de uma organização criminosa suspeita de lavar mais de R$ 1,6 bilhão utilizava uma estrutura complexa, com empresas, influenciadores digitais e operações financeiras sofisticadas para ocultar a origem de recursos ilícitos.
No total, foram cumpridos 33 de 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. Os cantores MC Ryan SP e MC Poze do Rodo estão entre os presos.
Os influenciadores Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei, e Chrys Dias, que tem quase 15 milhões de seguidores, também foram presos na operação, além de outros produtores de conteúdo.
Policiais cumprem mandados judiciais em São Paulo e no DF
A Polícia Federal (PF) está nas ruas cumprindo mandados judiciais dentro da 4ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga esquema de lavagem de dinheiro para o pagamento de vantagens indevidas que teriam sido destinadas a agentes públicos.
Desde as primeiras horas da manhã desta quinta-feira (16) os policiais federais cumprem dois mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados no Distrito Federal e em São Paulo.
As ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal. De acordo com a PF, “estão sendo investigados crimes financeiros, além de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa”.
Compliance Zero
Na terceira fase da Operação Compliance Zero, em março, a PF cumpriu o mandado de prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
O STF determinou também afastamento de cargos públicos de alguns investigados, além de sequestro e bloqueio de bens, no montante de até R$ 22 bilhões.
Fonte: Polícia Federal deflagra a 4ª fase da Operação Compliance Zero
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