Um homem morre a cada 38 minutos pela doença
No Brasil, um homem morre a cada 38 minutos devido ao câncer de próstata, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional do Câncer (13.772 casos/ano)doença representa 28,6% dos casos de câncer no homem, excetuando-se os tumores de pele não melanoma. Não é possível preveni-la, mas o diagnóstico precoce está relacionado com a diminuição da mortalidade. Para esclarecer as inúmeras dúvidas que cercam o tema, a Sociedade Brasileira de Urologia elencou alguns mitos e verdades. Confira:
O câncer de próstata é uma doença do idoso.
MITO. Apesar de o risco para a doença aumentar significativamente após os 50 anos, cerca de 40% dos casos são diagnosticados em homens abaixo desta idade. Entretanto, a doença é rara antes dos 40 anos.
PSA aumentado é sinal de que tenho câncer de próstata.
MITO. O antígeno prostático pode apresentar alterações em várias situações que não o câncer, como a hiperplasia benigna da próstata, prostatite (uma inflamação) e trauma. Por isso é importante a avaliação médica e o toque retal.
PSA baixo é sinal de que não tenho câncer de próstata.
MITO. Estima-se que o câncer de próstata está presente em 15% dos homens com níveis normais de PSA, daí a importância do toque retal.
Ter pai, irmão ou tio com a doença aumenta meu risco.
VERDADE. A hereditariedade é um dos principais fatores de risco para a doença. Um parente de primeiro grau com a doença duplica sua chance. Dois familiares com a doença aumentam essa chance em cinco vezes. Para quem tem casos na família, o recomendado pela Sociedade Brasileira de Urologia é procurar um urologista a partir dos 45 anos.
Todos os casos de câncer de próstata precisam de tratamento.
MITO. A indicação da melhor forma de tratamento vai depender de vários aspectos, como estado de saúde atual, estadiamento da doença e expectativa de vida. Em casos de tumores de baixa agressividade há a opção da vigilância ativa, na qual periodicamente se faz um monitoramento da evolução da doença intervindo se houver progressão da mesma.
O câncer de próstata sempre apresenta sintomas. Então posso esperar os sintomas para procurar o médico.
MITO. Em estágio inicial, quando as chances de curam beiram 90%, a doença não apresenta qualquer sintoma. Geralmente, os principais sintomas relacionados à próstata são devido a hiperplasia prostática, crescimento benigno da glândula, como jato urinário mais fraco, sensação de urgência miccional ou de esvaziamento incompleto da bexiga, entre outros.
Pessoas da raça negra têm maior risco de desenvolver a doença.
VERDADE. Estudos apontam que afrodescendentes têm risco 60% maior de desenvolver a doença e a taxa de mortalidade é três vezes mais alta.
A reposição hormonal em casos de Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino (DAEM) afeta o câncer de próstata.
MITO. Estudos têm apontado que a terapia de reposição hormonal com testosterona não representa risco de desenvolvimento de câncer de próstata nos homens que recebem o hormônio. Nos homens que tenham sido tratados com sucesso de câncer de próstata a reposição hormonal poderá ser instituída após uma análise criteriosa dos riscos e benefícios. Homens portadores de câncer de próstata e que ainda não tenham sido tratados da doença não deverão receber terapia de reposição hormonal. Como regra, nunca se deve fazer uso de reposição de testosterona sem consultar seu médico.
O sedentarismo pode aumentar o risco para desenvolvimento do câncer de próstata.
VERDADE. O sedentarismo e a obesidade estão relacionados a alterações metabólicas que podem levar a alterações moleculares responsáveis pela gênese da neoplasia.
A atividade física regular tem um papel relevante na prevenção e no tratamento.
VERDADE. Essa prática saudável pode agir de modo protetor, e tem sido um fator modificável para o câncer de próstata por causa dos seus potenciais efeitos:
Dr. Lucas Nogueira – urologista de Belo Horizonte, MG.
Fonte: Portal da Urologia
No Desfile de 7 de setembro em Brasília, os aplausos foram dados com entusiamo quando policiais federais desfilaram na Esplanada. Gritos e palmas foram dados pela população que compareceu ao desfile.
- Correio Brasiliense - Polícia Federal é a que mais anima público em desfile de 7 de setembro
- Midiamax - Polícia Federal é ovacionada por multidão em desfile de 7 de setembro
A Polícia Federal lançou o novo conjunto de identificação funcional que traz uma série de importantes elementos de segurança. O modelo já está em processo de confecção e permitirá uma identificação mais rápida e precisa. Será composto do Cartão de Identidade Funcional, com todos os dados do servidor – como nome, filiação, matrícula além de garantir porte de arma aos servidores policiais, ativos e inativos.
A nova carteira funcional possui itens especiais de segurança, como tinta de variação óptica com luminescência à luz ultravioleta na cor dourada, fundo geométrico duplo, fotografia fantasma do titular, QR-Code que retornará os dados biográficos do portador, imagem escondida, fundo invisível fluorescente com brasão da PF, entre outros.
Modernos e mais seguros, os cerca de 20 mil documentos de servidores policiais e ocupantes do plano especial de cargos já estão disponíveis para troca.
Como obter a nova carteira funcional?
A Federação Nacional dos Policiais Federais – Fenapef preparou um passo-a-passo para você, policial federal, adquirir a sua nova carteira funcional. A mudança é obrigatória para todos os servidores policiais, incluindo os que estão lotados em áreas administrativas.
Servidores ativos com acesso ao SISEG
I – Acesse o Sistema Carteira Funcional no SISEG, confira os dados pessoais e funcionais e confirme a autorização da confecção do item ou Conjunto de Identificação Funcional;
II – caso os dados pessoais e funcionais constantes no Sistema Carteira Funcional não estejam corretos e atualizados, faça a atualização cadastral junto à unidade de Recursos Humanos e depois repita os procedimentos do item I;
III – compareça à unidade de identificação e apresente o Conjunto de Identificação Funcional a ser devolvido, se houver, ou outro documento de identificação civil;
IV – apresentar à unidade de identificação, quando necessário:
Servidores aposentados ou sem acesso ao SISEG
I – preencha e imprima o formulário específico, anexo IV da Instrução Normativa nº 112/2017, disponível no sítio eletrônico da PF (http://www.pf.gov.br/servicos-pf/aposentados-pensionistas);
II – compareça à unidade de Recursos Humanos, entregue o formulário, faça a atualização cadastral e apresente, caso solicitado:
III – compareça à unidade de identificação e apresente o Conjunto de Identificação Funcional a ser devolvido, se houver, ou outro documento de identificação civil.
O SINPOF/CE encaminha ofício ao Sr. Superintendente Regional da PF no Ceará solicitando a retirada do artigo de divulgação de evento patrocinado pela ADPF na INTRANET/PF que destina-se a interesses próprios da categoria dos Delegados, os quais vão de encontro aos interesses da maioria dos servidores da PF.
COMUNICADO Nº 007/2017 - JUR/FENAPEF
Jurídico orienta servidores que tiveram suas Declarações de Imposto de Renda retidas em malha fina em razão de recebimento de precatórios em 2016.
Estamos disponibilizando um formulário aqui para que os interessados em dirimir dúvidas sobre a Ação dos 28.86% possa preencher com seus dados e questionamentos. O formulário deverá ser preenchido e entregue na secretaria do SINPOF/CE até o dia 17 (segunda-feira) impreterivelmente.
O formulários entregues serão levados para Brasília, durante a Reunião da Comissão Nacional dos 28.86%, os quais serão entregues a quem de direito para que sejam providenciados os devidos esclarecimentos.
PARA BAIXAR O FORMULÁRIO CLIQUE AQUI.
A diretoria do Sindicato dos Policiais Federais no Estado do Ceará - SINPOF-CE, vem por meio desta, esclarecer acerca da última nota publicada na data de ontem, 22/06/2017, que informou sobre a realização de uma reunião em 09/06/2017, com Excelentíssimo Senhor Superintendente Regional no Ceará e com o DREX, o Sindicato dos Policiais Federais no Estado do Ceará esclarece:
1. O Sindicato não foi convidado a se reunir com o Superintendente Regional Ceará. O Sindicato procurou a citada Autoridade e como sempre foi recebido.
2. As vagas de estacionamento naquela data já estavam distribuídas e inclusive pintadas conforme a orientação da administração local.
3. O assunto de distribuição de vagas de estacionamento em nenhum momento foi objeto de deliberação entre este sindicato e a administração local, tendo esta entidade apenas manifestado apoio à iniciativa já tomada.
Fortaleza/CE, 23 de junho de 2017.
A diretoria
O Sindicato dos Policiais Federais no Estado do Ceará, nesta nota, representado pelo Diretor Jurídico, José Cláudio Camelo Timbó, vem esclarecer os seguintes fatos:
- A diretoria do sindicato, esteve no dia 09 de junho de 2017, reunida com o Senhor Superintendente Regional e o DREX, com a finalidade de tratarmos de vários assuntos de interesse dos servidores, entre eles, a questão do estacionamento. Ficou completamente definido o modo de distribuição das vagas:
E, as remanescentes, usadas de forma rotativa.
Este critério de distribuição, achamos ser o mais justo.
Alguns dias depois, fomos surpreendidos negativamente, por um requerimento assinado por 37 (trinta e sete) delegados, no qual solicitavam, com o autoritarismo, a arrogância e a prepotência peculiar de alguns, citando inclusive diplomas legais sem nenhum vinculo com a matéria, que as vagas fossem destinadas aos delegados e não da forma que está previsto.
Diante de tais fatos, queremos torna publico que repudiamos tal pretensão por considerá-la injusta e descabida.
Não foi, não é, e não será pretensão do Sindicatos dos Policias Federais intervir nas decisões da administração da Superintendência, desde de que seus atos estejam revestidos dos princípios básicos da administração publica. A administração atual tem se portado em uma conduta de gestão moderna e atual, em que todos, indistintamente, são prestigiados, sejam eles ativos, inativos ou pensionistas, o que estabelece perfeita sintonia com os anseios do sindicato.
Fortaleza/CE, 22 de junho de 2017
José Cláudio Camelo Timbó
Diretor Jurídico
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